Os Maias

Os Maias

Eça de Queirós / Jul 20, 2019

Os Maias Os Maias e uma das obras mais conhecidas do escritor portugu s E a de Queiroz O livro foi publicado no Porto em A ac ao de Os Maias passa se em Lisboa na segunda metade do s culo XIX e apresent

  • Title: Os Maias
  • Author: Eça de Queirós
  • ISBN: null
  • Page: 297
  • Format: Paperback
  • Os Maias e uma das obras mais conhecidas do escritor portugu s E a de Queiroz O livro foi publicado no Porto em 1888 A ac ao de Os Maias passa se em Lisboa, na segunda metade do s culo XIX, e apresenta nos a historia de tr s gera es da fam lia Maia A ac o inicia se no Outono de 1875, quando Afonso da Maia, nobre e pobre propriet rio, se instala no Ramalhete com o netoOs Maias e uma das obras mais conhecidas do escritor portugu s E a de Queiroz O livro foi publicado no Porto em 1888 A ac ao de Os Maias passa se em Lisboa, na segunda metade do s culo XIX, e apresenta nos a historia de tr s gera es da fam lia Maia A ac o inicia se no Outono de 1875, quando Afonso da Maia, nobre e pobre propriet rio, se instala no Ramalhete com o neto rec m formado em Medicina Neste momento faz se uma longa descri o da casa O Ramalhete, cujo nome tem origem num painel de azulejos com um ramo de girass is, e n o em algo fresco ou campestre, tal como o nome nos remete a pensar Afonso da Maia era o personagem mais simp tico do romance e aquele que o autor mais valorizou, pois n o se lhe conhecem defeitos E um homem de car cter, culto e requintado nos gostos Em jovem aderiu aos ideais do Liberalismo e foi obrigado, por seu pai, a sair de casa e a instalar se em Inglaterra Ap s o pai falecer regressa a Lisboa para casar com Maria Eduarda Runa, mas pouco tempo depois escolhe o ex lio por razoes de ordem politica H em Os Maias um retrato da Lisboa da poca Carlos, que mora na Rua das Janelas Verdes, caminha com frequ ncia at ao Rossio embora, por vezes, v a cavalo ou de carruagem Algumas das lojas citadas no livro ainda existem a Casa Havaneza, no Chiado, por exemplo E poss vel seguir os diferentes percursos de Carlos ou do Ega pelas suas da Baixa lisboeta, ainda que algumas tenham mudado de nome No final do livro, quando Carlos volta a Lisboa muitos anos depois, somos levados a ver as novidades a Avenida da Liberdade, que substituiu o Passeio P blico, e que descrita como uma coisa nova, e feia pela sua novidade, exactamente como nos anos 70 se falava das casas de emigrante O romance veicula sobre o pa s uma perspectiva muito derrotista, muito pessimista Tirando a natureza o Tejo, Sintra, Santa Ol via , e tudo uma choldra ign bil Predomina uma vis o de estrangeirado, de quem s valoriza as civiliza es superiores da Franca e Inglaterra, principalmente Os pol ticos s o mesquinhos, ignorantes ou corruptos Gouvarinho, Sousa Neto os homens das Letras s o bo mios e dissolutos, retr grados ou distantes da realidade concreta Alencar, Ega lembre se o que se passou no Sarau do Teatro da Trindade os jornalistas bo mios e venais Palma os homens do desporto n o conseguem organizar uma corrida de cavalos, pois n o h hip dromo altura, nem cavalos, nem cavaleiros, as pessoas n o vestem como o evento exigia, as senhoras traziam vestidos de missa Para c mulo de tudo isto, os protagonistas acabam vencidos da vida Apesar de ser isto referido no fim do livro, pode se ver que ainda h alguma esperan a impl cita, nas passagens em que Carlos da Maia e Jo o da Ega dizem que o apetite humano a causa de todos os seus problemas e que portanto nunca mais ter o apetites, mas logo a seguir dizem que lhes esta a apetecer um prato de paio com ervilhas, ou quando dizem que a pressa n o leva a nada e que a vida deve ser levada com calma mas come am a correr para apanhar o americano el ctrico Mais do que cr tica de costumes, o romance mostra nos um pa s sobretudo Lisboa que se dissolve, incapaz de se regenerar Quando o autor escreve mais tarde A Cidade e as Serras, exp e uma atitude muito mais construtiva o protagonista regenera se pela descoberta das ra zes rurais ancestrais n o atingidas pela degrada o da civiliza o, num movimento inverso ao que predomina n Os Maias.Obras de E a de Queiroz

    Os Maias Wikipdia, a enciclopdia livre Os Maias uma das obras mais conhecidas do escritor portugus Ea de Queiroz, publicado pela Livraria de Ernesto Chardron no Porto, em .A obra ocupa se da histria de uma famlia Maia ao longo de trs geraes, centrando se depois na ltima com a histria de amor entre Carlos da Maia e Maria Eduarda Os Maias figaros.uc O S M AIAS Captulo I A casa que os Maias vieram habitar em Lisboa, no outono de , era conhecida na vizinhana da rua de S Francisco de Paula, e em todo o bairro Resumos Portugus Resumo para o exame nacional Fernando Pessoa Ortnimo Alberto Caeiro, lvaro de Campos e Ricardo Reis Os Lusadas e Mensagem Felizmente H Luar Memorial do Convento Arquivo de Os Maias Sebenta Digital Para recordar a leitura de alguns pormenores d Os Maias, de Ea de Queirs, reconhecendo a importncia da caricatura na crtica de costumes. Civilizao maia Wikipdia, a enciclopdia livre Os centros urbanos maias das terras baixas do sul entraram em declnio durante os sculos VIII e IX e foram abandonados pouco tempo depois Este declnio foi associado com uma cessao das inscries monumentais e da construo arquitetnica em larga escala A VIVA Globosat Play Um sucesso atrs do outro Assim o VIVA Voltado para o pblico adulto, o canal de entretenimento rene os programas mais queridos da TV brasileira. Os Maias Resumo citi Os Maias Resumo A aco de Os Maias passa se em Lisboa, na segunda metade dos sc XIX Conta nos a histria de trs geraes da famlia Maia. Os Maias adorocinema O longa metragem baseado no romance Os Maias, do clssico autor portugus Ea de Queirs. Pblico Edio Digital Pblico Edio Digital Welcome to Pblico Edio Digital Now you can read Pblico Edio Digital anytime, anywhere Pblico Edio Digital is available to you at home or at work, and is the same edition as the printed copy available at the newsstand. Os Maias Personagens e resumo dos captulos A feio trgica de os Maias A peripcia, sbita mutao dos sucessos, verifica se quando Guimares v Maria Eduarda e revela, a identidade desta, a Ega, e

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      Posted by:Eça de Queirós
      Published :2018-011-01T17:53:51+00:00

    About "Eça de Queirós"

      • Eça de Queirós

        Jos Mar a E a de Queir s was a novelist committed to social reform who introduced Naturalism and Realism to Portugal He is often considered to be the greatest Portuguese novelist, certainly the leading 19th century Portuguese novelist whose fame was international The son of a prominent magistrate, E a de Queiroz spent his early years with relatives and was sent to boarding school at the age of five After receiving his degree in law in 1866 from the University of Coimbra, where he read widely French, he settled in Lisbon There his father, who had since married E a de Queiroz mother, made up for past neglect by helping the young man make a start in the legal profession E a de Queiroz real interest lay in literature, however, and soon his short stories ironic, fantastic, macabre, and often gratuitously shocking and essays on a wide variety of subjects began to appear in the Gazeta de Portugal By 1871 he had become closely associated with a group of rebellious Portuguese intellectuals committed to social and artistic reform and known as the Generation of 70 E a de Queiroz gave one of a series of lectures sponsored by the group in which he denounced contemporary Portuguese literature as unoriginal and hypocritical He served as consul, first in Havana 1872 74 , then in England, UK in Newcastle upon Tyne 1874 79 and in Bristol 1879 88 During this time he wrote the novels for which he is best remembered, attempting to bring about social reform in Portugal through literature by exposing what he held to be the evils and the absurdities of the traditional order His first novel, O crime do Padre Amaro 1875 The Sin of Father Amaro , 1962 , describes the destructive effects of celibacy on a priest of weak character and the dangers of fanaticism in a provincial Portuguese town A biting satire on the romantic ideal of passion and its tragic consequences appears in his next novel, O Primo Bas lio 1878 Cousin Bazilio , 1953 Caustic satire characterizes the novel that is generally considered E a de Queiroz masterpiece, Os Maias 1888 The Maias , 1965 , a detailed depiction of upper middle class and aristocratic Portuguese society His last novels are sentimental, unlike his earlier work A Cidade e as Serras 1901 The City and the Mountains , 1955 extols the beauty of the Portuguese countryside and the joys of rural life E a de Queiroz was appointed consul in Paris in 1888, where he served until his death Of his posthumously published works, Contos 1902 is a collection of short stories, and ltimas P ginas 1912 includes saints legends Translations of his works persisted into the second half of the 20th century.Source name nm0211055 bio


    330 Comments

    1. It is hard to believe that I've lived this long without reading this classic of Portuguese literature. I don't understand. How can a so called semi-educated person like me go through almost a whole life time not knowing of this book's existence? There are some great reviews of this book here in that I would urge to read to find out what the book is about. What I want to do here is simply say that this book should be read the way Don Quixote or Madame Bovary or War and Peace or any other book th [...]


    2. Considerada por muchos la obra maestra de Eça de Queirós, yo he visto en esta novela el genio de ese autor portugués, pero no ha sido mi novela favorita. Más me gustó “O Primo Basílio”.Publicada en 1888, la historia describe la alta sociedad lisboeta de la segunda mitad de la década de 1870. De hecho, me ha dado la impresión de que el grueso de la novela fue escrito en ese momento y que permaneció en el cajón de Eça durante unos años, a espera de una conclusión. Habría sido ela [...]


    3. Os Maias, conta a história de uma família portuguesa através de três gerações: o avô, Afonso da Maia, o filho Pedro e o neto Carlos. Família abastada que desfruta em pleno da vida publica, cultural e social que a sua condição permite.Findos os anos de estudos em Coimbra, Carlos da Maia regressa a Lisboa. Com ele o melhor amigo de sempre, João da Ega, que embora não venha de uma família abastada, sempre conta com este para lhe resolver os imbróglios financeiros. Deslumbrados, ideali [...]


    4. É o cinco de um mero mortal perante uma obra grandiosa, o que não a consagra perfeita segundo o meu gosto pessoal.Os Maias, obra-prima de Eça de Queirós e romance intemporal, foi primeiramente publicado no Porto em 1888. Popularmente falados por se tratarem de uma história de amor incestuoso com uma introdução exageradamente descritiva, onde é apresentada ao leitor a casa da família Maia. De facto, da primeira vez que tentei ler o romance, em 2006, fui desmotivada pela referida descriç [...]


    5. Hasta el momento solo había leído y disfrutado de lo lindo con piezas breves de Eça de Queirós (1845-1900), como Adán y Eva en el paraíso o Alves & C.ª  Era el momento de abordar sus grandes novelas como La ilustre casa de Ramires, El crimen del padre Amaro, La capital o Los Maia, ésta que nos ocupa. Los Maia, publicada en 1888, es un tocho de más de 800 páginas, que no he leído, he devorado. Me recuerda la prosa humorosa y palpitante de Queirós a la de Galdós, en cuanto a su v [...]


    6. Levei quase dois meses para reler Os Maias, não por dificuldade ou aborrecimento, mas porque soube muito bem ter o livro sempre ao lado e poder voltar a ele sempre que realmente me apetecesse. Li-o pela primeira vez numa obrigação, na escola. A minha professora de Português soube deixar o bichinho pelo Eça de Queirós e pelos Maias, sendo que, desta vez, revi todas as aulas e todos os comentários entusiasmados e apaixonados. Voltei a ter 17 anos e voltei a ser uma miúda a descobrir uma es [...]


    7. Circunstâncias de leitura: Livro de Leitura e Estudo obrigatório no 11º ano----------------------------** 1ª reação: "Adorei: divinal, sublime, fantástico" **----------------------------Opinião:Sempre ouvi falar deste título: 'Os Maias' e também sempre me indaguei que segredos guardaria tão GRANDE livro. Finalmente descobri!! :DEsta obra, de Eça de Queirós, fala sobre uma família aristocrática beirã ao longo de 4 gerações, focalizando-se na de Carlos da Maia.O mais novo dos Mai [...]


    8. Proclamar este livro como a obra-prima da Literatura Portuguesa, é o mínimo que poder-se-á fazer com justiça. Apressada e superficialmente estudado no ensino secundário, sendo que se encontra incluído na temível designação "Leitura Obrigatória", deve, contudo, ser apreciado profundamente, com calma, pois cada um dos seus capítulos, cada um dos seus parágrafos, cada frase, em suma, é de uma riqueza, de uma escrita maravilhosa. Por detrás de um vasto leque de personagens, detalhadame [...]


    9. Okay dou as 3 estrelas, porém podem ser alteradas quando eu compreender melhor a obra em aula.Gostei vá não é assim um bicho de sete cabeças impossível de ler, porém, como não estou habituada a clássicos custou um pouco é verdade, não posso mentir.


    10. 9,5 de 10*Terminada a leitura de "Os Maias", assiste-me um misto de sentimentos: por um lado, sinto uma espécie de saudade, após 13 dias mergulhada nas páginas deste livro, torna-se difícil desprender-me destas personagens e desta época. Por outro lado, sinto orgulho, porque li a obra integral. E digo isto porque existe um enorme estigma em redor desta obra (e de outras também) porque é de leitura obrigatória na escola e todos (ou quase todos) encarámos a sua leitura como um "frete" e p [...]



    11. FINALMENTE. Foi tudo o que pensei quando acabei. Não vou dizer que foi uma leitura péssima, nem uma leitura maravilhosa. Foi chata, teve muita descrição, muita coisa desnecessária mas eu gostei muito do final e como tudo terminou. Houve até uma parte em que me vieram as lágrimas aos olhos, algo que eu nunca esperei depois de estar constantemente a ver quantas páginas faltavam. Continuo a dizer que o livro seria muito melhor se fosse mais pequeno. Mas talvez ainda não tenha a maturidade [...]


    12. The Maias is recognized as a great masterpiece of late nineteenth century Portugal. It describes the political, philosophical, and moral debates prevalent in the aristocracy and bourgeoisie of Portugal in the era in a way very similar to that in which George Eliot examines the same debates in late nineteenth century England in Middlemarch. I give George Eliot five stars because I am familiar enough with nineteenth century England that I feel competent to evaluate Ms. Eliot's judgement in these a [...]


    13. 'Los Maia' es una gran novela que acaba de una manera perfecta. Es uno de los mejores finales de toda la historia de la literatura. Después que la trama ya se ha resuelto en el penúltimo capítulo, el último capítulo es un epílogo en el que Carlos da Maia vuelve a Lisboa, diez años después de haberse marchado. Él y su amigo Joao da Ega recorren las calles y se encuentran viejas y nuevas caras: todo ha cambiado pero todo sigue igual. Los dos son y sobre todo se sienten más viejos. Conver [...]


    14. José Maria de Eça de Queiroz (1845-1900) is considered Portugal's greatest novelist, and The Maias (1888) his greatest novel. Other books by de Queiroz are The Sins of Father Amaro (1876) and The Illustrious House of Ramires. In a long book (over 600 pages) no detail is forgotten, and a convincing picture of mid 19th century Lisbon is built up. The characters all ring true: I felt I knew them well. The dozens of central characters are all alive, real people with faults, somehow lovable - Eça [...]


    15. In "The Maias", Eca de Quieros takes on that familiar European theme, the decline of the Great Family, which is, for example, rendered with great seriousness by Thomas Mann in "Buddenbrooks" and withering scorn by Joseph Roth in "The Radetzky March." Eca de Quieros preceded both Mann and Roth, but like them he sees in that familial disintegration a microcosm of a diseased society, and his vision is even more jaundiced than Roth's. "The Maias" suffers from several of the unpleasant habits of nine [...]


    16. A reler 25 anos depois 😄Sem dúvida uma pérola da literatura portuguesa. lembro me de ter gostado muito na altura em que o li para a escola, mas desta vez "saboreei" cada descrição com mais agrado ainda. Uma Obra que todos os apaixonados por livros deveriam ler ;)


    17. ReleituraDecidi reler este livro porque sempre achei que a leitura obrigatória quando tinha 17 anos não me permitiu apreciar a obra em toda a sua plenitude. A minha pouca maturidade literária fez com que muitas referências sociais e culturais me passassem ao lado e ficou sempre a sensação que também não apreciei devidamente a escrita. Há algum tempo que queria fazer esta releitura, calhou agora."Os Maias" é um dos livros mais famosos da literatura portuguesa, amado por uns, odiado por [...]


    18. "E resta saber por fim se o estilo não é uma disciplina do pensamento. Em verso, o avô sabe, é muitas vezes a necessidade de uma rima que produz a originalidade de uma imagem E quantas vezes o esforço para completar bem a cadência de uma frase, não poderá trazer desenvolvimentos novos e inesperados de uma ideia Viva a bela frase!"- Carlos Eduardo da Maia"A única coisa a fazer em Portugal, dizia ele, é plantar legumes, enquanto não há uma revolução que faça subir à superfície alg [...]



    19. The Maias, by Eça de Queiroz/de Queirós, is a proper doorstop of a C19th novel, over 700 pages long. It’s late C19th, though, 1888. I was trying to think of apt comparisons, and none of them seemed exactly right, but it’s much more George Eliot or Tolstoy than Dickens. Or even early C20th novelists like Forster or Proust. Though the Proust comparison is not so much to do with style as subject matter: the romantic entanglements of wealthy, mildly bohemian society types.Among the themes runn [...]


    20. Blog tempodler/2012/06/Eça de Queirós pinta-nos um retrato o mais fiel e abrangente possível da sociedade portuguesa do século XIX - sem pretensões, sem artifícios, mas com uma astúcia que não granjeia muitos. As discussões levadas a cabo por diversas personagens distintas, com os seus próprios pontos de vista e ideais, sejam elas do foro político ou cultural, relativas ao progresso estrangeiro ou à estanquicidade portuguesa, são a ferramenta de crítica que Eça utiliza na sua an [...]


    21. São 3 estrelas mas a puxar para as 3,5.Fiquei muito surpreendida, não esperava um livro assim depois de todos os aspectos negativos que ouvi. Tem muita descrição é verdade mas gostei da história em si. O final foi agridoce mas fez sentido para mim. Pensava que não ia gostar mas o livro surpreendeu-me pela positiva.


    22. Esta foi outra das leituras mais agradáveis em relação aos clássicos! Lembro-me de me sentir completamente envolvida na narrativa e de pensar que a disciplina de português era uma das minhas preferidas pelo simples facto de ler, fazer parte do programa.



    23. Dice la solapa que este novelón está considerado en Portugal como la gran obra de sus letras, que supone para la literatura de ese país lo que el Quijote para las letras españolas. Creo que está justificado. Lo malo de esa solapa, y también del prólogo del libro, es que en ambos lugares se desvela un detalle argumental clave que en el libro no aparece hasta la página ¡715!. Si a alguien le da por leer el libro después de leer esta reseña, queda avisado. ¡Ojalá me hubiera saltado yo [...]


    24. Contrariamente ao que toda a gente diz, infelizmente não foi só o primeiro capítulo que me custou a passar. Tive de me obrigar a suportar capítulos em que pouco ou nada parecia acontecer. Mas no entanto, provavelmente afetava pela minha leitura inconstante, já a metade do livro quando me dediquei mais a esta leitura, consegui finalmente entrar neste mundo que Eça brilhantemente criou. A ação principal de Carlos e Maria Eduarda começou a desenrolar-se e a partir daí fiquei muito mais in [...]


    25. Não querendo recontar a história, para mim este é um marco da literatura portuguesa. A primeira vez que o li fi-lo por ser a leitura obrigatória para a escola mas fiquei de tal forma cativada pelo enredo e pela forma como está escrito que não resisti a relê-lo pouco tempo depois. Tenho pena que a falta de maturidade que por vezes os alunos do secundário têm não lhes permita apreciar convenientemente o livro - isto quando se dão realmente ao trabalho de o ler.


    26. A ser discutido com minha amiga Ana C, um classico da literatura portuguesa.This book is now available at Project Gutenberg: gutenberg/ebooks/40409


    27. Uma epopeia familiar, vista sob um olhar global e multicultural, e ao mesmo tempo tão conhecedora do âmago do ser português, capaz de enaltecer os seus devaneios mais nostálgicos e melancólicos. Merece todos os laudos, e merece ser a luz do nosso cânone. Um texto apenas possível graças ao acesso ao mundo tido por Eça enquanto diplomata, e ainda ao facto de ser escrito já numa fase de grande experiência de vida alcançada, pouco antes de morrer. Não sendo um estudioso de literatura, m [...]


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